10 Erros que os pequenos empreendedores cometem | Site Singular Sistemas Oficial

10 Erros que os pequenos empreendedores cometem

De acordo com Felipe Emidio de Araújo, Fábio Rogério de Morais e Edgar de Souza Pandolfi, em 2019, o Brasil possuía 16.534.031 empresas ativas, sendo que, 14.040.749 eram categorizadas como micro e pequenas empresas (MPE). Isso confere que, mais de 85% dos empreendimentos brasileiros são de micro e pequeno porte. Agora que você sabe desse dado, você consegue imaginar como essa categoria empresarial possui relevância para o desenvolvimento econômico do país. 

Infelizmente, o número de empresas que estão fechando as portas está aumentando a cada dia que passa. Somente em 2015, a quantidade de empresas que faliram subiu 340,15% em comparação ao ano anterior.

Neste contexto, é notável que todas as empresas enfrentam dificuldades em suas fases de desenvolvimento. Desse modo, o que irá determinar o sucesso do negócio será a maneira como as adversidades serão superadas pelo corpo administrativo do estabelecimento.

Em vista disso, o presente artigo irá te ajudar a perceber se você está cometendo algum erro grave na administração da sua entidade. Vamos lá?

1. Escassez de conhecimentos administrativos

É comum que pessoas com ampla visão em uma área técnica abram um empreendimento em seu setor de atuação. No entanto, acaba acontecendo a seguinte desproporção: muito conhecimento técnico sobre o produto desenvolvido e pouco ou nenhum entendimento sobre a rotina administrativa.

À vista disso, é de grande importância que o corpo executivo empresarial invista em cursos que auxiliem na qualificação própria como gestor de uma empresa. Assim, você terá maior percepção sobre as ações necessárias para gerenciar o seu negócio.

2. Falta de planejamento estratégico

O planejamento estratégico é fundamental para o sucesso administrativo. No entanto, a falta dele pode simbolizar o fracasso da firma. 

Elabore o seu planejamento estratégico com base no objetivo da companhia e nas metas da mesma. Dessa forma, a empresa, como um todo, estará focada e saberá o por que de realizar cada tarefa.

Além do mais, é interessante criar planos alternativos, afinal de contas, ninguém possui certeza sobre o futuro e nem mesmo se as coisas fluirão como o planejamento inicial. 

3. Local inadequado para o desenvolvimento da empresa

Muitas vezes as empresas fixam-se em determinados locais por conta do valor de locação. Entretanto, os gestores acabam esquecendo de analisar fatores condicionantes sobre a busca do lugar ideal, como a existência de concorrência, proximidade dos clientes, existência de escoamento de produção e vários outros.

Posto isso, o valor do aluguel não deve ser o único parâmetro para decidir onde será alocada a organização. Até mesmo porque, você até pode economizar no aluguel, mas e o valor do transporte da produção? Será que os seus clientes te encontrarão com facilidade?

4. Inadimplência

Todas as pessoas possuem responsabilidades que devem ser cumpridas. Para as empresas não é diferente.

A constituição brasileira prevê inúmeras responsabilidades, tanto econômicas como ecológicas, para os empreendimentos. Portanto, é relevante que você esteja atento sobre os deveres da sua empresa na sociedade.

5. Pouco ou inexistente conhecimento sobre o mercado de atuação

Este caso é o contrário ao exemplo dado no primeiro tópico. Aqui, o empreendedor possui o conhecimento sobre como funciona  a gestão de um negócio e tem a visão inovadora. Porém, não compreende muito bem como funciona certos nichos, impactando na sua área de atuação.

Portanto, procure entender o produto que você irá desenvolver e como é o funcionamento da área que você irá atuar. 

6. Ausência de uma sociedade

Às vezes, tocar um empreendimento sozinho pode ser complicado. Essa dificuldade pode se dar por questões econômicas e, inclusive, por fatores de conhecimento das atividades empresariais ou do ramo de atuação.

Como solução para esse cenário, tem-se a criação de uma sociedade. Ou seja, encontre sócios que complementem aquilo que você não sabe. Desse jeito, vocês terão uma troca mútua de informações e de investimentos.

7. Imediatismo e uso excessivo da intuição

Com certeza, todas as pessoas torcem para que o seus planos e estratégias funcionem. No entanto, existem condições que independem das suas ações e, por vezes, esses fatores acabam contribuindo para o fracasso do planejamento.

Portanto, busque ter paciência e analise os cenários. Além do mais, informação nunca é demais. Então, não tome decisões impulsivas e baseadas unicamente na intuição, afinal de contas, nem sempre ela está certa. Logo, tenha cautela ao tomar uma decisão.

8. Falta de inovação

Hoje em dia, existe uma série de setores no mercado e muitas empresas consolidadas nos mesmos. Dito isso, procure desenvolver soluções novas ou que possuem pouca concorrência na sua região. 

9. Atendimento impróprio ao consumidor

Você, que já atua no mercado, conhece o perfil do seu consumidor. Frente a isso, forneça atendimento diferenciado, mostrando que você entende das adversidades enfrentadas pelo seu cliente.

Muitas vezes, os consumidores deixam de comprar os produtos por descaso dos vendedores. Portanto, invista em treinamento para que a sua equipe de vendas atenda o seu cliente da melhor maneira possível, haja vista o perfil dele.

10. Má gestão do estoque

Um estoque organizado, controlado e bem estruturado possui grande relevância para uma boa gestão do caixa. Clique aqui para saber mais sobre como administrar o seu estoque.

Agora que você já sabe disso tudo, que tal verificar se você não está cometendo nenhum dos erros apresentados neste texto? Peça para alguém te ajudar a verificar esses itens, afinal, muitas vezes os detalhes não são percebidos quando analisamos sozinhos o cenário. 

REFERÊNCIAS:

ARAÚJO, F. E; MORAIS, F. R; PANDOLFI, E. S. A fábula dos mortos-vivos: determinantes da mortalidade empresarial presentes em micro e pequenas empresas ativas. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas,  v. 8, n. 2, p. 250-271, mai./ago. 2019. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7002034. Acesso em: 27 nov. 2020.

GRAPEGGIAL, M. et al. Fatores condicionantes de sucesso e/ou mortalidade de micro e pequenas empresas em Santa Catarina. Revista Production, São Paulo, v. 21, n.3, jul./set. 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-65132011000300008&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 27 nov. 2020.

Infelizmente, o número de empresas que estão fechando as portas está aumentando a cada dia que passa. Somente em 2015, a quantidade de empresas que faliram subiu 340,15% em comparação ao ano anterior.

Neste contexto, é notável que todas as empresas enfrentam dificuldades em suas fases de desenvolvimento. Desse modo, o que irá determinar o sucesso do negócio será a maneira como as adversidades serão superadas pelo corpo administrativo do estabelecimento.

Em vista disso, o presente artigo irá te ajudar a perceber se você está cometendo algum erro grave na administração da sua entidade. Vamos lá?

1. Escassez de conhecimentos administrativos

É comum que pessoas com ampla visão em uma área técnica abram um empreendimento em seu setor de atuação. No entanto, acaba acontecendo a seguinte desproporção: muito conhecimento técnico sobre o produto desenvolvido e pouco ou nenhum entendimento sobre a rotina administrativa.

À vista disso, é de grande importância que o corpo executivo empresarial invista em cursos que auxiliem na qualificação própria como gestor de uma empresa. Assim, você terá maior percepção sobre as ações necessárias para gerenciar o seu negócio.

2. Falta de planejamento estratégico

O planejamento estratégico é fundamental para o sucesso administrativo. No entanto, a falta dele pode simbolizar o fracasso da firma. 

Elabore o seu planejamento estratégico com base no objetivo da companhia e nas metas da mesma. Dessa forma, a empresa, como um todo, estará focada e saberá o por que de realizar cada tarefa.

Além do mais, é interessante criar planos alternativos, afinal de contas, ninguém possui certeza sobre o futuro e nem mesmo se as coisas fluirão como o planejamento inicial. 

3. Local inadequado para o desenvolvimento da empresa

Muitas vezes as empresas fixam-se em determinados locais por conta do valor de locação. Entretanto, os gestores acabam esquecendo de analisar fatores condicionantes sobre a busca do lugar ideal, como a existência de concorrência, proximidade dos clientes, existência de escoamento de produção e vários outros.

Posto isso, o valor do aluguel não deve ser o único parâmetro para decidir onde será alocada a organização. Até mesmo porque, você até pode economizar no aluguel, mas e o valor do transporte da produção? Será que os seus clientes te encontrarão com facilidade?

4. Inadimplência

Todas as pessoas possuem responsabilidades que devem ser cumpridas. Para as empresas não é diferente.

A constituição brasileira prevê inúmeras responsabilidades, tanto econômicas como ecológicas, para os empreendimentos. Portanto, é relevante que você esteja atento sobre os deveres da sua empresa na sociedade.

5. Pouco ou inexistente conhecimento sobre o mercado de atuação

Este caso é o contrário ao exemplo dado no primeiro tópico. Aqui, o empreendedor possui o conhecimento sobre como funciona  a gestão de um negócio e tem a visão inovadora. Porém, não compreende muito bem como funciona certos nichos, impactando na sua área de atuação.

Portanto, procure entender o produto que você irá desenvolver e como é o funcionamento da área que você irá atuar. 

6. Ausência de uma sociedade

Às vezes, tocar um empreendimento sozinho pode ser complicado. Essa dificuldade pode se dar por questões econômicas e, inclusive, por fatores de conhecimento das atividades empresariais ou do ramo de atuação.

Como solução para esse cenário, tem-se a criação de uma sociedade. Ou seja, encontre sócios que complementem aquilo que você não sabe. Desse jeito, vocês terão uma troca mútua de informações e de investimentos.

7. Imediatismo e uso excessivo da intuição

Com certeza, todas as pessoas torcem para que o seus planos e estratégias funcionem. No entanto, existem condições que independem das suas ações e, por vezes, esses fatores acabam contribuindo para o fracasso do planejamento.

Portanto, busque ter paciência e analise os cenários. Além do mais, informação nunca é demais. Então, não tome decisões impulsivas e baseadas unicamente na intuição, afinal de contas, nem sempre ela está certa. Logo, tenha cautela ao tomar uma decisão.

8. Falta de inovação

Hoje em dia, existe uma série de setores no mercado e muitas empresas consolidadas nos mesmos. Dito isso, procure desenvolver soluções novas ou que possuem pouca concorrência na sua região. 

9. Atendimento impróprio ao consumidor

Você, que já atua no mercado, conhece o perfil do seu consumidor. Frente a isso, forneça atendimento diferenciado, mostrando que você entende das adversidades enfrentadas pelo seu cliente.

Muitas vezes, os consumidores deixam de comprar os produtos por descaso dos vendedores. Portanto, invista em treinamento para que a sua equipe de vendas atenda o seu cliente da melhor maneira possível, haja vista o perfil dele.

10. Má gestão do estoque

Um estoque organizado, controlado e bem estruturado possui grande relevância para uma boa gestão do caixa. Clique aqui para saber mais sobre como administrar o seu estoque.

Agora que você já sabe disso tudo, que tal verificar se você não está cometendo nenhum dos erros apresentados neste texto? Peça para alguém te ajudar a verificar esses itens, afinal, muitas vezes os detalhes não são percebidos quando analisamos sozinhos o cenário. 

REFERÊNCIAS:

ARAÚJO, F. E; MORAIS, F. R; PANDOLFI, E. S. A fábula dos mortos-vivos: determinantes da mortalidade empresarial presentes em micro e pequenas empresas ativas. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas,  v. 8, n. 2, p. 250-271, mai./ago. 2019. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7002034. Acesso em: 27 nov. 2020.

GRAPEGGIAL, M. et al. Fatores condicionantes de sucesso e/ou mortalidade de micro e pequenas empresas em Santa Catarina. Revista Production, São Paulo, v. 21, n.3, jul./set. 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-65132011000300008&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 27 nov. 2020.